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Quinta de Carapeços
Inserida na Região dos Vinhos Verdes, mais precisamente no concelho de Amarante – terra de Pascoaes e de Souza Cardoso, a Quinta de Carapeços é conhecida pela sua beleza natural, bem como pela qualidade e singularidade dos seus Vinhos Brancos, Tintos, Rosés, Espumantes e Colheita Tardia que ao longo dos anos ganharam inúmeros Prémios e obtiveram reconhecimento por parte de Críticos e Apreciadores de Vinho.
Nesta Quinta conjuga-se tradição e modernidade, sempre com respeito pelo que a natureza oferece e, também, por uma grande máxima: não há duas colheitas iguais.
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Casa de Oleiros
A Casa de Oleiros é uma das mais antigas e prestigiadas Quintas enquadradas na designação “Entre Douro e Minho”, a qual refere o centro produtor, por excelência, do Vinho Verde. As raízes da sua existência perdem-se na memória do tempo, pois encontra-se na família há várias gerações. Contudo, era já conhecida antes, como o atestam manuscritos existentes num velho mosteiro – Mosteiro do Salvador de Travanca – situado a paredes meias com a quinta erigido por frades Beneditinos.
Já nesse tempo as uvas e o vinho da sua produção eram conhecidos e apreciados pelas populações vizinhas, onde Azal, Arinto e Vinhão são as castas predominantes. Inicialmente, essa mesma produção era artesanal, respeitando todas as tradições passadas de geração em geração, de pais para filhos. Presentemente, mantêm-se alguns métodos tradicionais, complementados com equipamento moderno, de modo a garantir uma produção de qualidade.
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Casa de Laraias
As origens da Casa de Laraias remontam ao início do século XVIII. Tão antiga é que o nome Laraias –mencionado em antigos registos como sendo um religioso italiano, estudante de Teologia, que se tornou monge no Mosteiro de Travanca – foi sendo adotado por pequenos lugares contíguos à quinta que, entretanto, se foram formando.
A quinta possui várias minas, construídas a mando dos superiores do mosteiro com a finalidade de abastecerem o mesmo, em particular a Mina dos Frades que, como conta a lenda, serviu de abrigo e esconderijo a alguns monges e a pequenos tesouros durante as Invasões Francesas no século XIX.
A propriedade possui uma ampla e sólida casa de dois pisos, com o exterior em granito, rodeada de árvores de grande porte seculares. O seu jardim é um local muito aprazível e relaxante onde o som da água a cair no lago, o chilrear dos passarinhos e o aroma a alfazema tranquilizam qualquer mente mais inquieta.
A tradição de produção de vinho esteve sempre presente na Casa de Laraias mas só no ano de 1993 é constituída a empresa Casa de Laraias – Sociedade Agrícola Lda focada na produção e comercialização de vinhos verdes de qualidade superior.
Sociedade Agrícola Quinta do Mosteiro
O vinho António Futuro é criado na Quinta do Mosteiro, localizada no concelho de Amarante, zona de excelência da região demarcada dos Vinhos Verdes.
A Quinta do Mosteiro que integra o antigo couto do Mosteiro de Travanca, fundado no séc. XII e um dos mais belos e importantes exemplos da arquitetura românica do norte de Portugal, tem uma área de cerca de 12ha, distribuídos por socalcos e plataformas protegidas, que aliado à excelente exposição solar, permite atingir uma elevada e uniforme maturação das uvas.
As vinhas da Quinta do Mosteiro são compostas pelas castas tradicionais dos vinhos verdes na região de Amarante, com predomínio da casta Arinto e em menor escala a Trajadura e o Azal.
Por último, o nome do vinho António Futuro é a homenagem dos sócios proprietários da Quinta do Mosteiro, ao seu avô, que sonhou e idealizou este projeto.
